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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Essência



"Vontade de voltar... de ser criança novamente e aprender a viver outra vez. Sorri sem motivos, brincar com tudo o que se vê, não dar valor aos problemas, fazer de conta que eles nem existem... Poder fazer amigos todos os dias sem me preocupar com falsidade, e poder contar com eles pelo resto da minha vida... aa como seria bom.! Voltar e não ser independente, mas ter sempre alguém pra me proteger durante as noites, e me dar o alimento que perciso, e não o que quero... talvez assim eu evitaria de me ferrar tanto... ''/ Ser criança. amar todos sabe, amar mesmo, poder olhar dentro dos olhos e dar/receber sinceros abraços. Todo mundo cresce um dia... mas tenho certeza que aquela criança não vai embora :) Simplesmente colocamos ela pra dormir e nos esquecemos de q essa de fato é a nosso essência.! Precisamos despertá-la.! essência, nosso clown" (Mayy)



Essa essência q se perde é realmente como a das flores..... pode vim a chuva e acabar com as pétalas ....mas a essência não esta na aparencia da flor ...mas em sua natureza.!

Mesmo q vc não veja, ela sempre está lá...

domingo, 19 de dezembro de 2010

Qual é o Limite do Clown?


Esse ser surrealista subverte tudo o que toca, vê, o que sente o que sonha...
Ele move e remove, mexe e remexe o lugar, espaço, as pessoas, o plano inicial e realista de cada objeto para o seu mundo do "tudo é possível", para a sua visão, que nada mais é do que um olhar de criança.
E a pergunta se repete: Qual é o seu limite?
Se tudo pode ser, se tudo pode se transformar, se tudo pode acontecer, o que de fato o faz parar? Ele pode estar em qualquer lugar, com qualquer pessoa a qualquer hora. Ele vai e vem da lua, ele chove com a chuva e voa como o vento e com ele passeia nas ruas de uma cidade, nas salas de aula, nos asilos e em festas também, nos teatros de rua e nos palcos com multidões, no parque de diversão, e também na sala de reunião de empresários sérios e importantes...
Não importa onde o clown esteja, ele sempre será ilimitado de sentimentos, de doçura, ternura de sinceridade extrema, de imperfeições, de riso, de choro, erro e acerto, ele não se limitará de beijos e abraços, de AMOR... Porque ele não está preocupado com mais nada além de amar sempre.(May- 19.12.10)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

"Permita-se ser Ridiculo ali dentro se encontra muito há tempos esquecido!"

-Clown

O Clown na sociedade

De alguma forma, essas manifestações (os clowns) estão em contato conosco no cotidiano: pessoas engraçadas que encontramos na rua, no ônibus, no aeroporto, na família, no meio de amigos ou nos meios artísticos. Esse contato basta para identificar os “clowns na vida”, como disse Fellini. Mas esse clown se torna, com o passar do tempo, uma técnica que vem sendo desenvolvidadentro dos espaços artísticos do teatro e do circo. Na rua, nas praças, na escola, nos hospitais, o clown se torna um habitante necessário ao meio. Quanto mais o envoltório social é tencionado, tanto mais os clowns aparecem no mundo. Clown é a pessoa que fracassa (LECOQ, 1999:146), que bagunça sua vez, e, fazendo isso, dá à audiência o senso de superioridade. Através de seu fracasso, ele revela sua profunda natureza humana, que nos comove e nos faz rir, é um perdedor feliz (CASTRO). O clown é a poesia em ação (MILLER, 1989). O clown é um ser à parte na sociedade, pois sua lógica difere de convenções sociais preestabelecidas. A sua visão de mundo é diferenciada e entende tudo concretamente ao “pé da letra”; é praticamente um outro ser vivendo na mesma sociedade, mas com outra lógica de raciocínio, caracterizado por uma considerável ingenuidade. Fellini (1989) disse:“O clown representa uma situação de desnível, de inadequação do homem frente à vida. Através dele exorcizamos a nossa impotência, as nossas contradições e principalmente a luta ridícula e desproporcional contra os fantasmas de nosso egoísmo, de nossa vaidade e da nossa ilusão”.

domingo, 14 de novembro de 2010

Só eu Sei

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Só eu sei. Sei dos dias sozinhos dentro de casa, casa fria. Sei dos dias andando por ruas quase vazias cheias de coisas e pessoas que não fazem sentido algum. Sei dos momentos esperados e nunca alcançados na esperança do que sempre se acredita que pode ser melhor, ou ao menos que pode ser. Só eu sei. Sei dos olhares em tardes cheias de mistério e penumbra. Da alternância entre gestos bruscos e leves seguidos de silêncio e desejo. Sei do sentir-se sozinha, com saudade e com vontade. Sei dos dias mais cheios de música, cor e sentimento. Mas sei do fim, do ponto e, seguidamente, do cinza, do não e do cinza. Só eu sei. Do seco, do nada. Do nunca. Acredite, só eu sei de mim, de nós, do que foi e do que nunca mais será se você não estiver aqui. Só eu

Vivendo e Desaprendendo




A Vida sempre será uma pergunta constante...
Por que nasci? Por que estou aqui? Para onde vou? 
Porém a resposta nasce com a gente, e sem percebermos
nós a deixamos no meio do caminho em nossa suposta evolução...

O Inicio é o começo... mas para a vida não ter fim, é preciso sempre recomeçarmos! Sim, é no começo que a inocência existe, mas é apartir daí para lá que ela começa a desaparecer.


(César Marins) Cia Théoartes


Naquela estrada


Embora tudo fosse o nosso mundo perfeito a desaparecer
no caminho eu vi a esperança sentada a me olhar,
e me diz para acreditar simplesmente que tudo não passou, 
apenas parou no meio do caminho...
E a tua, a nossa essência grita por continuidade de sonhar.
(Mayy- 14.11.10)

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