domingo, 19 de dezembro de 2010

Qual é o Limite do Clown?


Esse ser surrealista subverte tudo o que toca, vê, o que sente o que sonha...
Ele move e remove, mexe e remexe o lugar, espaço, as pessoas, o plano inicial e realista de cada objeto para o seu mundo do "tudo é possível", para a sua visão, que nada mais é do que um olhar de criança.
E a pergunta se repete: Qual é o seu limite?
Se tudo pode ser, se tudo pode se transformar, se tudo pode acontecer, o que de fato o faz parar? Ele pode estar em qualquer lugar, com qualquer pessoa a qualquer hora. Ele vai e vem da lua, ele chove com a chuva e voa como o vento e com ele passeia nas ruas de uma cidade, nas salas de aula, nos asilos e em festas também, nos teatros de rua e nos palcos com multidões, no parque de diversão, e também na sala de reunião de empresários sérios e importantes...
Não importa onde o clown esteja, ele sempre será ilimitado de sentimentos, de doçura, ternura de sinceridade extrema, de imperfeições, de riso, de choro, erro e acerto, ele não se limitará de beijos e abraços, de AMOR... Porque ele não está preocupado com mais nada além de amar sempre.(May- 19.12.10)

Um comentário:

* O circo Imaginário* disse...

ÈE um simples verdade Mayrinhaa!!Curti!

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