Quem é você? Que apareceu do nada
revelando-me a sua essência encontrada
de uma criança abandonada que só quer
amor.
Me perguntas como te vejo
então respondo num desejo de te
encontrar além
de um pano preto a essência de um
clown escondido.
Com você minha essência floresce como
um buquê de
flores com variações de cores me
fazendo cantar o saber.
È como se eu fosse uma pena leve que
conseguisse flutuar além do obvio,
passeando sobre pensamentos com
questionamento que resulta em “ser ou não ser”.
Ser composto de razões, fantasias e
ideais. Um chamado para entrar pela porta no qual
tantas vezes sairmos sem perceber
sobre passos lentos dos contra - pontos que a razão
da vida nos dá.
Você é assim... como um colo de mãe,
um leite quente na cama na hora de dormir...
Ensina-me que o segredo da solução
encontrada é que ela seja ignorada para que não tenha fim... que a motivação de se procurar seja sempre
intensa com o propósito de se cavar mais e mais...
Tudo que nos dá alegria do prazer nos
faz bem que algo nos faz permanecer naquilo...
... busca pela solução para ignorar
pra continuar procurando...Espero que aches, não simplesmente o que procuras,
mas sim o que deve achar... tenho certeza que ela se revelará á você. (...)
Diga-me se é loucura uma flor atrair
uma borboleta branca...?
... o meu silêncio é a tua resposta!
Perdão... perdão pela loucura da
borboleta ou a loucura da flor?
São tantos loucos nesta vida, loucos
por posições reconhecidas, por luzes com aplausos secos, por palavras vãs... em
tudo isso não se deixam ver as flores que permanecem lá dentro do ser em algum
lugar que só quer exalar uma fragrância feliz. Contudo também se esquecem das
borboletas que são tampadas pela própria vaidade, se esquecendo que elas só
querem voar. Então não é loucura sermos flores e borboletas brancas! Esta é
minha razão para continuar a voar...Que o teu silêncio continue a falar com
cheiros de carinhos...”Quanto á mim só me resta a esperança do no futuro te
encontrar”.
(Mayy Booh 25.09.2007)
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário