- Era ele meio displicente quando o assunto era não poder ver o universo carregado em seus olhosela dizia que ele parecia ter a paciência de um catador de latinhasmal ela sabia que o prazer dele estava em recolher toda a bagunça feita pelos seus conflitoste passos curtos ela o ponderava, de passos longos ele o fazia acreditarque o ar estava la, sinta...bastava ela puxar, e sentia!!!!O reflexo de suas palavras batiam nela feito espelho de penteadeira de uma mulher vaidosarefletia nele mesmo a beleza de dias confusos e sem títulos, as vezes de frio na barrigamas tão encantador quando um por do sol depois de pedaladas de bicicleta no parque.Ela gostava de falar sobre o quanto precisava dar corte ao seu cabelo e de como as cores eram perfeitas, na sua sobriedade ele ouvia e a amavana sua embriaguez ele a amava e dizia estar com saudade de lhe ver.Ela ponderada, usava a força do vento como desculpa para aquietar sua saudade, esperta!Sólida e poética, curvas de delineador e brilho na boca, uma voz levemente roucaseus olhos brilhantes e grandes assemelhados por ele a uma caverna com uma luz densa lá no fundobuscava ele levar ela sempre para um outro mundo.Um mundo de possibilidades errôneas e assertivas com uma sombra feita pela sinceridadecomposto ele de verdade quando era ela em questãoe pra ela fazia questão de não colocar em questão os erros do mundo, apenas queria com ela nadar em um lago profundo.Parecia ele o inventor da palavra desculpa quando sentia vontade de a vê-la.
- (By: Uma Parte que não tinha)
quarta-feira, 19 de março de 2014
Que droga, não posso te ver!
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