E dia após dia, vamos cantarolando da nossa alegria, da nossas histórias, das brincadeiras e da nossa companhia. Da cartola tiro a torta de melancia, da sacola tiro a rabiola que sempre nos fez voar, da gaveta tiro o pião da ponta enferrujada, que nos faz brilhar os olhos a tarde inteira na calçada da vizinha, ficamos lá porque tem menos buracos o que a nossa.
Do peito tiro o amor que nasceu e entrego á você, porque sempre soube cuidar melhor dos sentimentos do que eu.
Daquela fotografia tiro as lembranças da casa da tia, do galo cantando, do quintal limpo, do céu azul e da sonoplastia das araras nas goiabeiras.
Dia após dia, pintamos as paredes e espantamos os pompos que pousam ali, pulamos muros e cortamos revistas, sorrimos com o simples, nadamos nas poças de água pelo caminho e viajamos sem mala.
Nada nos para, nada nos convence de que um desenho colorido é melhor do que deixar ele em preto e branco por preguiça de pintar. Nada nos para porque encontramos abrigo no sonho, porque não nos cabe mais passar por uma nuvem e não enxergar que ali tem um sorvete de morango. Nada pode nos parar... dia após dia...
-mayy 2 de Junho de 2014
Do peito tiro o amor que nasceu e entrego á você, porque sempre soube cuidar melhor dos sentimentos do que eu.
Daquela fotografia tiro as lembranças da casa da tia, do galo cantando, do quintal limpo, do céu azul e da sonoplastia das araras nas goiabeiras.
Dia após dia, pintamos as paredes e espantamos os pompos que pousam ali, pulamos muros e cortamos revistas, sorrimos com o simples, nadamos nas poças de água pelo caminho e viajamos sem mala.
Nada nos para, nada nos convence de que um desenho colorido é melhor do que deixar ele em preto e branco por preguiça de pintar. Nada nos para porque encontramos abrigo no sonho, porque não nos cabe mais passar por uma nuvem e não enxergar que ali tem um sorvete de morango. Nada pode nos parar... dia após dia...
-mayy 2 de Junho de 2014

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